The potential of the Amazon flora biodiversity is enormous and still largely unknown – ranging from its applications in the production of pharmaceuticals to sustainable management of logging, followed by the food use of a variety of species and even the use of parts of plants or their residues in the construction sector. Research institutions are studying all these potential applications, with promising results. This includes research on the aninga (Montrichardia linifera), an aquatic plant found on the banks of rivers, boreholes and streams in the Amazon. In Belém, it can be seen in abundance on the banks of Mangal das Garças or at Universidade Federal do Pará (UFPA) and Utinga Park, for instance. Cristine Amarante, a chemical engineer and researcher at the Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG), who has been studying the plant for around fifteen years, says that her interest in learning about it stems from the traditional knowledge of riverside people about aninga. Having proven the various bioactive properties of aninga, which include healing, analgesic, antitumor, repellent, larvicidal, carrapaticidal and virucidal activities, with demonstrated efficacy against the dengue virus and larvae as well as inhibition of the growth of the eggs of the malaria-causing parasite, the researcher and her team are now focusing on the technological applications of the plant's fiber.
LIBERAL AMAZON
Aninga: descobertas podem transformar e fortalecer a economia sustentável
O potencial da biodiversidade da flora amazônica é enorme e, em grande parte, ainda desconhecido. Desde as aplicações para a produção de fármacos, passando pelo manejo sustentável da exploração madeireira, seguido pelo uso alimentício de uma diversidade de espécies e chegando até à utilização de partes das plantas ou de seus resíduos na indústria da construção. Instituições de pesquisa estudam todas essas potencialidades, com resultados promissores. É o caso das investigações envolvendo a aninga (Montrichardia linifera), uma planta aquática encontrada nas margens de rios, furos e igarapés da Amazônia e que, em Belém, pode ser vista em abundância na orla do Mangal das Garças ou da Universidade Federal do Pará (UFPA) e no Parque do Utinga, por exemplo. Debruçada há cerca de quinze anos sobre pesquisas a respeito da planta, a engenheira química Cristine Amarante, pesquisadora do Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG), conta que seu interesse em estudar o vegetal partiu do conhecimento tradicional de ribeirinhos sobre a aninga. Depois de comprovar diversas propriedades bioativas da aninga, que incluem atividades cicatrizante, analgésica, antitumoral, repelente, larvicida, carrapaticida, e virucida, com eficácia comprovada contra o vírus e larvas da dengue e inibição do crescimento dos ovos do parasita causador da malária, a pesquisadora e sua equipe focam, agora, nas aplicações tecnológicas da fibra da planta.
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