Renato Manfredini Jr. era um jovem que estudava jornalismo no Ceub, amava os Beatles, tinha um programa na Rádio Planalto, em que tocava músicas ainda pouco conhecidas de novas bandas do rock inglês; sonhava ser cineasta; e mantinha em seu quarto, no apartamento da família, na 303 Sul, um precioso acervo de discos e livros.
Dono de um vozeirão, Renato costumava participar do Show do Arroto, entre o final da década de 1970 e início dos anos 1980, na Universidade de Brasília. Ao se auto-apelidar Renato Russo — em homenagem ao escritor francês Jean Jacques Rousseau —, montou uma banda, a qual, inicialmente, intitulou de Aborto Elétrico. Então, foi até o Cafofo, um barzinho que existiu na 407 Norte e convenceu o pianista e proprietário, Rênio Quintas, mesmo sem conhecê-lo, a realizar ensaios no porão do estabelecimento.
Ao trocar o nome do grupo para Legião Urbana, talvez não imaginasse, mas acabara de lançar a banda de maior relevância da história do rock Brasileiro. Se vivo estivesse, Russo estaria completando 65 anos.
Crédito: Alice Treitler/CB/D.A. Press
Dono de um vozeirão, Renato costumava participar do Show do Arroto, entre o final da década de 1970 e início dos anos 1980, na Universidade de Brasília. Ao se auto-apelidar Renato Russo — em homenagem ao escritor francês Jean Jacques Rousseau —, montou uma banda, a qual, inicialmente, intitulou de Aborto Elétrico. Então, foi até o Cafofo, um barzinho que existiu na 407 Norte e convenceu o pianista e proprietário, Rênio Quintas, mesmo sem conhecê-lo, a realizar ensaios no porão do estabelecimento.
Ao trocar o nome do grupo para Legião Urbana, talvez não imaginasse, mas acabara de lançar a banda de maior relevância da história do rock Brasileiro. Se vivo estivesse, Russo estaria completando 65 anos.
Crédito: Alice Treitler/CB/D.A. Press
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